EDITORIAL

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DR/TI
DR/TI

O conhecimento dos números provisórios dos Censos de 2021 aparenta, para já, ter deixado, nos Açores, tudo mais ou menos como até então no mundo dos responsáveis político-partidários, a não se sair do registo das imprescindíveis declarações gerais e muito vagas de preocupação.
Até por alguns foi convenientemente lançada a ideia de que perder população afinal não era um mal e que quando éramos mais, não éramos mais felizes, quando, quem o disse, sabe perfeitamente que esse não é o problema. Quando a maioria das ilhas dos Açores perde consistentemente população; quando a substituição populacional nessas ilhas não se faz; quando o saldo natural (a diferença entre nascimentos e mortes) é consistentemente negativo na maioria das ilhas; quando a pirâmide etária da população da maioria das nossas ilhas está invertida, não vale a pena dourar a pílula: temos pela frente um problema e um problema grave.

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