Reflexões Crónicas – Edila Gaitonde

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DR/TI
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Conheci Edila Gaitonde em Outubro de 2012 na Casa dos Açores, na apresentação de As Maçãs Azuis. No ano seguinte lançaria A Cruz de Fogo e seria ainda, aos 97 anos, tradutora de A libertação de Goa, da autoria do seu marido. Nascida no Faial, passou por Lisboa, teve uma intensa estadia em Goa e depois de várias décadas em Londres e de uma vida dedicada ao activismo e à música, fixou por fim residência em Portugal. Continuou a viajar para as raízes que deixou na Índia e em Inglaterra e dedicou os últimos anos à escrita e à partilha das suas memórias, em particular sobre o processo da libertação de Goa, no qual o seu marido, o indiano Punda-lik Gaitonde, foi um dos protagonistas.

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