A não aprovação da moção de confiança apresentada pelo Governo da República, resultou na sua queda e lançou o País para as terceiras eleições legislativas nacionais, nos últimos três anos.
O caso Spinumviva, empresa de consultoria da qual o primeiro-ministro era co-titular da quota que pertencia à esposa, por força do regime de bens do casamento, e que alegadamente recebeu avenças de clientes, nomeadamente a Solverde, durante o ano de 2024, ocasião em que Luis Montenegro chefiava o governo e estava obrigado ao regime de exclusividade de funções, estiveram na base desta crise política.
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