“Seriam suficientes dada a nossa dimensão, sobretudo para resolver as questões mais complexas que são os bebés prematuros, uma vez que o leite materno, ainda que não seja da mãe, contribui para uma diminuição das complicações de saúde”, sublinhou.
A Conferência Internacional de Aleitamento Materno, em Vila Nova de Gaia, visa contribuir para “capacitar” famílias, pessoas e instituições, nomeadamente da área da saúde, para permitir que o aleitamento materno “seja mais eficaz e mais prolongado”.
Entre os diversos temas em análise na Conferência realça-se os desafios colocados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e UNICEF que visam promover a importância de políticas favoráveis à família, que permitam a amamentação e ajudem os pais no relacionamento com os filhos no início de vida.
A alimentação nos primeiros 100 dias de vida, o papel dos municípios na promoção da alimentação saudável nos primeiros 1.000 dias de vida, o Percurso para a certificação como Unidade de Saúde Amiga dos Bebés, e a revisão dos 10 passos para “Hospitais Amigos dos Bebés” são outros temas que estarão em debate.















