“Acho que não se deve aceitar. Exijam aos promotores que façam esta diferença [alteração do nome de Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota para Pavilhão Rosa Mota – Super Bock Arena”, afirmou.
Também o vereador do PSD, Álvaro Almeida, considerou que é necessário exigir que seja respeitada uma decisão tomada no seio do executivo municipal, que aprovou um acrescento à designação e não a alteração do nome.
Para o vereador, a autarquia devia exigir que a designação do espaço fosse “Pavilhão Rosa Mota – Super Bock Arena” e exigir que o nome tivesse o mesmo tratamento (tamanho).
Aos vereadores, o presidente da Câmara do Porto, o independente Rui Moreira, referiu que considera que o “incómodo” existente é com o logótipo”, sublinhando que a autarquia não tem meios nem recursos para se opor.
Apesar de o logótipo ter começado a ser conhecido em março, só na quinta-feira, sublinhou Moreira, é que esta questão foi levantada, aquando de uma reunião que manteve com a atleta Rosa Mota e o seu marido.
O presidente referiu que a atleta manteve reuniões com a Super Bock, as quais a autarquia foi alheia, uma vez que o contrato que existe é com o concessionário.
O independente sublinhou que a proposta do nome fazia parte do caderno de encargos, pelo que era legítimo ao concessionário propor a sua alteração.
Lembrou ainda que o primeiro nome proposto foi recusado porque fazia desaparecer o nome “Pavilhão Rosa Mota”.
Segundo avança a TSF, Rosa Mota não aceita que pavilhão com o seu nome esteja associado a uma marca de cervejas e, como forma de protesto, decidiu não marcar presença na cerimónia de reabertura do espaço.
A Lusa tentou contactar a atleta, mas tal não foi possível até ao momento.