Escrevo com um sentimento ambivalente: entre a admiração profunda por aquilo que a Europa já foi e a inquietação crescente perante aquilo em que se está a tornar. A Europa da ilustração, da ousadia intelectual, da inovação científica e do risco calculado; a mesma Europa que redesenhou o mapa do mundo, parece hoje diluída numa versão pálida de si própria. Não desapareceu, mas perdeu o ímpeto que a tornava inevitável.
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura
















