Escola do Mar – PSD/Açores apela à recuperação de “anos perdidos” para licenciar infraestrutura

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O deputado do PSD/Açores Carlos Ferreira apelou hoje ao Governo Regional para que recupere os “anos perdidos” pela anterior governação socialista no licenciamento da Escola do Mar dos Açores, de forma a concretizar um projeto da “maior relevância” para o Faial e para a Região.

“O edifício da Escola do Mar dos Açores foi inaugurado há um ano, mas sem que tivesse sido licenciado para funcionar como estabelecimento de ensino. Há que recuperar os anos perdidos, de modo a afirmar este projeto que é da maior relevância para o Faial e para os Açores”, afirmou o social-democrata, à margem de uma reunião da Comissão de Assuntos Sociais da Assembleia Legislativa.

Segundo o parlamentar, a Escola do Mar “tem grande potencial e articula preocupações devidamente sinalizadas de formação técnica e profissional em áreas ligadas ao setor marinho e marítimo, o que permite formar e qualificar residentes e não residentes nas múltiplas valências ligadas ao mar e à economia azul”.

“Lamentamos que, ao fim de tantos anos, o anterior Governo do PS não tenha conseguido licenciar o edifício para funcionar oficialmente como estabelecimento de ensino. Na qualidade de representantes dos faialenses e açorianos que nos elegeram, apelamos ao novo Governo Regional que faça tudo o que seja necessário e possível para implementar, com maior brevidade possível, a Escola do Mar dos Açores”, defendeu.

Para Carlos Ferreira, “é fundamental que a Escola do Mar se constitua como um novo polo de desenvolvimento do Faial e dos Açores, conferindo projeção nacional e internacional à ilha e à Região”, disse.

A Comissão de Assuntos Sociais reuniu para ouvir o Secretário Regional do Mar e das Pescas, tendo o governante oportunidade de “esclarecer todas as questões” relacionadas com a Escola do Mar dos Açores.

“A audição do senhor Secretário Regional foi fundamental para clarificar os motivos da reformulação do conselho de administração e da designação de um novo administrador-delegado. Os factos apresentados em Comissão revestem-se de enorme gravidade e demonstram que era mesmo necessário tomar medidas para repor o funcionamento regular da Associação e trabalhar com vista ao licenciamento e implementação efetiva da Escola do Mar dos Açores”, concluiu.

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