O Governo dos Açores revelou hoje que o Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD) realizou 2.497 intervenções no terceiro trimestre de 2026, assegurando apoio administrativo, social, logístico e financeiro aos açorianos que necessitam de se deslocar para o continente para receber cuidados de saúde diferenciados.
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, salienta que “o acompanhamento dos doentes deslocados vai muito além da componente administrativa e financeira. Estamos a falar de pessoas que, por motivos de saúde, têm de se afastar da sua ilha, da sua casa e, muitas vezes, da sua família, pelo que é fundamental garantir que encontram o apoio e a orientação necessários durante todo esse processo”.
Entre julho e setembro, o SADD acompanhou 186 processos, dos quais 165 relativos a novos utentes, e registou 453 estadas associadas a doentes provenientes dos três hospitais da Região.
Das 2.497 intervenções efetuadas, destacam-se o esclarecimento e a orientação sobre os procedimentos associados às deslocações, a prestação de informação sobre direitos e deveres dos utentes, o processamento de comparticipações financeiras, a elaboração de planos de ajuda e o apoio psicossocial.
No mesmo período, foram registadas 434 deslocações de doentes para hospitais de referência no continente, tendo como principais destinos o Instituto Português de Oncologia (IPO), o Hospital Curry Cabral e o Hospital de Santa Cruz.
Das 453 estadas contabilizadas, 301 corresponderam a doentes provenientes do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), 89 do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT) e 63 do Hospital da Horta (HH).
A resposta do SADD incluiu igualmente o processamento de cerca de 340 mil euros em comparticipações financeiras aos doentes deslocados, abrangendo apoios relativos a diárias, ao Complemento Especial para o Doente Oncológico (CEDO) e a transportes.
No domínio do alojamento protocolado em Lisboa, o serviço assegurou resposta através dos apartamentos dos Anjos e de Alcântara, bem como através da disponibilização de alojamento adaptado a utentes com necessidades específicas.
A utilização destas respostas aumentou ao longo do trimestre. Nos apartamentos dos Anjos, a taxa de ocupação passou de 61,8% em julho para 81,1% em setembro, enquanto o quarto adaptado registou uma taxa de ocupação de 73,3% no último mês do trimestre.
Mónica Seidi destaca também o contributo dos profissionais afetos ao SADD, sublinhando que “o trabalho diário destes profissionais é essencial para humanizar a resposta prestada aos doentes deslocados e às suas famílias, sobretudo em momentos de maior fragilidade”.
O Governo dos Açores reafirma a importância de uma resposta integrada aos doentes deslocados, assegurando acompanhamento administrativo, social, logístico e financeiro e contribuindo para que a deslocação para fora da Região, necessária ao acesso a cuidados de saúde diferenciados, seja acompanhada do apoio adequado aos utentes e às suas famílias.
Serviço de Apoio ao Doente Deslocado realizou 2.497 intervenções no terceiro trimestre
O Governo dos Açores revelou hoje que o Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD) realizou 2.497 intervenções no terceiro trimestre de 2026, assegurando apoio administrativo, social, logístico e financeiro aos açorianos que necessitam de se deslocar para o continente para receber cuidados de saúde diferenciados.
A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, salienta que “o acompanhamento dos doentes deslocados vai muito além da componente administrativa e financeira. Estamos a falar de pessoas que, por motivos de saúde, têm de se afastar da sua ilha, da sua casa e, muitas vezes, da sua família, pelo que é fundamental garantir que encontram o apoio e a orientação necessários durante todo esse processo”.
Entre julho e setembro, o SADD acompanhou 186 processos, dos quais 165 relativos a novos utentes, e registou 453 estadas associadas a doentes provenientes dos três hospitais da Região.
Das 2.497 intervenções efetuadas, destacam-se o esclarecimento e a orientação sobre os procedimentos associados às deslocações, a prestação de informação sobre direitos e deveres dos utentes, o processamento de comparticipações financeiras, a elaboração de planos de ajuda e o apoio psicossocial.
No mesmo período, foram registadas 434 deslocações de doentes para hospitais de referência no continente, tendo como principais destinos o Instituto Português de Oncologia (IPO), o Hospital Curry Cabral e o Hospital de Santa Cruz.
Das 453 estadas contabilizadas, 301 corresponderam a doentes provenientes do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), 89 do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT) e 63 do Hospital da Horta (HH).
A resposta do SADD incluiu igualmente o processamento de cerca de 340 mil euros em comparticipações financeiras aos doentes deslocados, abrangendo apoios relativos a diárias, ao Complemento Especial para o Doente Oncológico (CEDO) e a transportes.
No domínio do alojamento protocolado em Lisboa, o serviço assegurou resposta através dos apartamentos dos Anjos e de Alcântara, bem como através da disponibilização de alojamento adaptado a utentes com necessidades específicas.
A utilização destas respostas aumentou ao longo do trimestre. Nos apartamentos dos Anjos, a taxa de ocupação passou de 61,8% em julho para 81,1% em setembro, enquanto o quarto adaptado registou uma taxa de ocupação de 73,3% no último mês do trimestre.
Mónica Seidi destaca também o contributo dos profissionais afetos ao SADD, sublinhando que “o trabalho diário destes profissionais é essencial para humanizar a resposta prestada aos doentes deslocados e às suas famílias, sobretudo em momentos de maior fragilidade”.
O Governo dos Açores reafirma a importância de uma resposta integrada aos doentes deslocados, assegurando acompanhamento administrativo, social, logístico e financeiro e contribuindo para que a deslocação para fora da Região, necessária ao acesso a cuidados de saúde diferenciados, seja acompanhada do apoio adequado aos utentes e às suas famílias.

















