Graciosa – João Bruto da Costa defende alargamento da “Linha Branca” da Atlânticoline

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O deputado do PSD/Açores eleito pela Graciosa, João Bruto da Costa, defende que haja, em 2021, “um alargamento, por maior período de tempo, da ligação marítima de passageiros e viaturas em todo o Grupo Central”, através da “Linha Branca” da Atlânticoline.

Assim, e através de um requerimento enviado à Assembleia Legislativa, o social democrata questiona o governo regional, sublinhando que “os tempos são de grandes desafios e de enormes responsabilidades”, pelo que “o cumprimento do contrato eleitoral não pode ser adiado, ainda que se hierarquizem opções, obedecendo a um exercício governativo de transformações de procedimentos e novas políticas”, adianta.

João Bruto da Costa lembra que “um dos objetivos do programa do XIII Governo Regional é a criação de um verdadeiro mercado interno regional, que permita potenciar a economia das diferentes ilhas e do todo regional, visando igualmente alcançar uma autonomia agro-alimentar que permita a diminuição das importações e a criação de emprego e riqueza nos Açores”, explica.

Dessa forma, “a Ilha Graciosa suspira politicamente por soluções e concretizações que elevem o seu potencial produtivo a um patamar que se deseja, e que está bem aquém de qualquer utopia sócio-política ou económica”, considera o deputado do PSD/Açores.

“Caberá ao novo governo açoriano fazer com que ilhas com capacidade produtiva de excelência, como é o caso da Graciosa, deixem de viver de promessas sempre adiadas, como aconteceu nos últimos 24 anos, sendo fundamental implementar o mercado interno regional, assente na regularidade de transportes marítimos que são essenciais para um futuro de oportunidades e empreendedorismo”, afirma.

João Bruto da Costa diz igualmente que, “para terminar com as indefinições a que o passado nos habituou, urge assumir a regularidade e fiabilidade das soluções”, pelo que “a progressiva implementação de uma linha regular, baseada na designada “Linha Branca” da Atlânticoline, exige decisão e coragem política”.

“Só assim é que os Açores deixarão de estar baseados em lógicas de distritos insulares, de costas voltadas para as ilhas mais periféricas”, conclui.

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