Legislativas 2011 – PSD/A quer aposta na agricultura e economia do mar para combater desemprego

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A terceira candidata do PSD pelo Círculo Eleitoral dos Açores às legislativas do próximo dia 5 dedicou o dia de ontem à problemática do emprego, visitando os sindicatos locais. Para Lídia Bulcão, “não se pode falar de emprego sem falar dos trabalhadores e das dificuldades que hoje enfrentam”, daí que considere importante escutar os sindicatos “que conhecem melhor que não esses problemas”.

Para a candidata, “o desemprego e os vínculos precários são duas questões preocupantes, transversais a todas as áreas, tanto no sector público como no privado”. Salientando as dificuldades que o país vive actualmente, com “o pior crescimento económico dos últimos 90 anos, e números de desemprego assustadores”, Lídia Bulcão mostrou-se preocupada com a situação da Região em particular, já que, apersar de reconhecer que a taxa de desemprego nos Açores é bastante mais baixa que no resto do país, o seu crescimento anual tem sido muito acelerado: “tivemos um crescimento de 24% da taxa de desemprego em relação ao ano anterior”, refere.

Para além dos sindicatos, a candidata tem procurado ouvir os empregados locais, e mostrou-se preocupada com as previsões dos mesmos em relação ao futuro próximo: “todos têm sido unânimes em dizer que estão preocupados com a diminuição da procura e dizem que, se continuar assim, terão de despedir funcionários. Na nossa escala, se todas as empresas que tiverem cinco ou seis funcionários despedirem um, não há mercado para os absorver”, alerta.

A social-democrata defende que, para dar a volta a esta situação, é necessário fazer uma aposta “nas actividades económicas que estão em maiores dificuldades e que poderiam ser motores de expansão da nossa economia: a agricultura e as actividades ligadas ao mar, em particular na Região, onde foram abandonadas”. “Seria uma forma de criar riqueza, de canalizar as pessoas que estão no desemprego, e de produzir, porque nós temos um mercado muito reduzido e estamos a importar coisas que podíamos comprar aqui”, salienta, dando como exemplo os produtos hortícolas. 

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