É véspera de Natal e estou tranquilamente sentado na banqueta de pedra da velha casa onde nasci. Pesa em mim o silêncio da manhã e paira no ar um vago aroma a sargaço.
O meu olhar surpreende a luminosidade suave desta vila graciosamente emoldurada pelo azul intenso do mar. E é tudo subitamente tão belo ante meus olhos enternecidos.
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