Lembrando Tony de Matos

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DR/TI
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Baixo, franzino e feio, Tony de Matos (1924-1989) cantava, de forma pungente, o ciúme, o desencanto, a traição, o abandono, a paixão, a saudade, o desgosto amoroso… Havia nele uma arte de dizer e estilar sui generis. Por isso, mais do que um fadista ou cançonetista, ele foi um intérprete dos afectos partilhados e dos sentimentos mais vulneráveis.

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