Lições aprendidas

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Salomé Matos

Recentemente vivi uma semana politicamente conturbada, não só pela polémica alimentada pela comunicação social e pelo ambiente “concorrencial” que se sentia, como também pelas questões divergentes entre as várias bancadas e representações parlamentares durante o debate e aprovação do Plano e Orçamento para 2022, documentos que pretenderam dar resposta às necessidades mais imediatas ao nível dos apoios sociais, da capacitação do Serviço Regional de Saúde e do setor da Educação, da retoma económica empresarial passando pelos variadíssimos projetos ao nível da Agricultura e das Pescas, entre outros não menos importantes para o desenvolvimento dos Açores e do Faial, depois de consultados e concertadas as posições entre o governo de coligação de três partidos, respeitados os acordos de incidência parlamentar e os (poucos) parceiros sociais que responderam ao repto de se pronunciarem.

Fiquei a pensar nas lições aprendidas e são essas que aqui partilho convosco.

Tudo é relativo. Num dia, o assunto que monopoliza as principais estações de televisão é a nevoa que paira sobre a aprovação ou não do Plano e Orçamento para 2022 nos Açores com enfase nas supostas relações “pecaminosas” entre os partidos que compõem a coligação que suporta o atual Governo Regional e os partidos com quem foram estabelecidos acordos de incidência parlamentar para no outro dia, a magnitude da nova variante Omicron do SARS COV-2 invadir o mundo e a comunicação social levando-nos a temer mais uma vez pela nossa segurança e pela dos nossos para além de influenciar drasticamente dois aspetos sobejamente cobiçados por todos, a liberdade de mobilidade e a economia mundial.

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