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Máquina Zero – a banda faialense de versões acústicas

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A pergunta “o que é música” tem sido alvo de discussão há décadas. Alguns autores defendem que música é a combinação de sons e silêncios de uma maneira organizada, mas definir música não é algo tão óbvio. De uma maneira mais didática e abrangente, a música é composta por melodia, harmonia e ritmo.
Existem diversos tipos de música e “gostos não se discutem”. Os Máquina Zero têm animado os bares faialenses e pautam-se por apresentar versões acústicas de temas variados. Ainda esta Páscoa atuaram no Bar do Clube Naval da Horta. Eles são o João, o Paulo, o Márcio, o Nelson e o Diogo.
Tribuna das ilhas foi falar com eles.

Como surgiram os Máquina Zero?
Começou no Verão de 2014, de uma ideia do João em fazer uma banda de versões acústicas, primeiro apresentada ao Paulo, que concordou totalmente. O Márcio foi convidado logo de seguida, para cantar. Depois juntaram-se o Diogo para percussão e o Nelson no baixo (só tocou na formação eléctrica). Todos nós já tínhamos tocado em bandas anteriormente e tínhamos aquele bichinho a dizer que precisávamos de mais qualquer coisa. Foi algo diferente que nunca tínhamos feito.

Com que propósito?
Inicialmente o propósito foi de apresentar um projeto acústico de covers rock e não só, mas entretanto já apresentámos a banda na sua versão elétrica, no Verão de 2016, no Festival EiraRock.
O projeto acústico pareceu-nos bastante interessante e mais funcional para poder tocar todo o ano em vários locais, desde bares, restaurantes e pequenos palcos.

O que os move na música?
Curto e direto é mesmo o gozo puro. Todos nós gostamos de música, temos gostos semelhantes e realmente sem a música não estamos totalmente preenchidos. Ter esta banda veio preencher uma lacuna que tínhamos dentro de nós.
Que tipo de música tocam?
Rock, Pop, tudo em inglês.

Que projetos têm entre mãos?
Para já continuar a tocar em qualquer palco que nos acolha. Gostaríamos de correr os Açores a tocar e já tivémos muitos convites de outras ilhas mas todos nós temos as nossas profissões e torna-se muito complicado conciliar tudo. Veremos o que o futuro nos reserva.

Gravar um CD é o exponente máximo de uma banda. Isso faz parte dos vossos propósitos?
Nunca se sabe o amanhã, e claro que gravar um CD seria sempre muito bom, mas neste momento não estamos a trabalhar músicas originais.

Como tem sido a receptividade do público às vossas atuações?
Espero que boa. Já corremos vários palcos, bares e até um casamento algo que nunca tínhamos feito. O feedback tem sido positivo. Quando tivermos 1000 gostos estamos lançados! Já agora passem pelo Café Peter no dia 29 de Abril, para nos verem.

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