Por estes dias, a azáfama tem sido grande nos painéis de comentários da televisão: vemos os habituais comentadores chorar a suposta perda do “aliado americano”; verificam-se apelos dramáticos para que a Europa se liberte deste aliado perdido e se arme até aos dentes; garantem-nos que a Europa é mesmo o jardim do mundo, rodeado de bárbaros e que o que é preciso é defender esse jardim, nem que seja à lei da bala.
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