Nuno Barata considera que um Deputado liberal faz toda a diferença

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Gabinete de Imprensa IL/Açores

“Um Deputado liberal faz toda diferença” e o exemplo é a baixa de impostos nos Açores

O Líder do Iniciativa Liberal nos Açores, Nuno Barata, considerou, este fim de semana, que “um Deputado liberal faz toda a diferença”, justificando com o aumento dos rendimentos de muitos trabalhadores açorianos que “começaram a receber os seus ordenados esta semana” e que “estão com mais dinheiro na conta”, fruto “do choque fiscal proposto pelo Iniciativa Liberal” e que entrou em vigor com o Orçamento da Região para o ano em curso.

Em Santa Cruz das Flores, onde se deslocou acompanhando o cabeça de lista liberal às Legislativas do próximo domingo, Nuno Barata frisou que “é no recibo de vencimento de muitos açorianos que já se nota a diferença que um Deputado liberal faz”, acentuando que “foi por força da aprovação das nossas propostas no Orçamento da Região que foi possível baixar o IRS para todos os Açorianos e para todas as suas famílias”.

Com este exemplo prático, o Dirigente regional do Iniciativa Liberal deixou ainda um outro apelo aos eleitores insulares: “Espero que daqui, da zona mais ocidental da Europa, parta um grito de revolta para que a Iniciativa Liberal possa ter um bom resultado, elegendo um deputado liberal que possa, de facto, fazer a diferença”. É que, acrescentou, “ao longo dos últimos 46 anos, temos tido Deputados eleitos pelos Açores, sempre dos mesmos partidos, e alguns dos assuntos que hoje estão por resolver com Lisboa, são assuntos que nasceram ainda antes do 25 de abril de 1974”.

Nuno Barata não tem dúvidas que “Deputados dos mesmos partidos de sempre não fazem a diferença”, até porque, constatou, “o que temos visto é que depois de chegarem a Lisboa, à Assembleia da República, estes eleitos tornam-se subservientes aos diretórios dos seus partidos e esquecem os verdadeiros problemas dos Açores”.

IL assegura exigência com o Estado e com a Região

Já Pedro Ferreira, o cabeça de lista da Iniciativa Liberal, pelo círculo eleitoral dos Açores, às eleições Legislativas do próximo dia 30, chamou a atenção para “o abandono a que o Estado votou as suas competências e obrigações na Região Autónoma dos Açores” e para “o abandono a que a própria Região deixou que o Estado votasse os Açores, a partir do momento em que deixou de exigir que a República cumprisse em todas as suas parcelas territoriais”.

No Bairro dos Franceses, onde muitas das habitações só recentemente foram desbloqueadas pelo Ministério da Defesa, continua, no entanto, “uma unidade hoteleira que, há anos, é explorada por um empresário desta ilha, com todo o sacrifício e esforço que faz para manter a qualidade e dignidade da receção turística nas Flores, sem que o Estado consiga resolver, simplesmente, o processo de venda deste imóvel, que, já por muitas vezes, o empresário mostrou interesse em adquirir”.

“Nós não podemos querer que a iniciativa privada seja empreendedora, criativa e inovadora, faça pela sua terra, crie emprego e gere riqueza, se depois o Estado é o primeiro a impedir que a iniciativa privada seja capaz e competente para fazer tudo isto”, atirou.

Outro exemplo de abandono do Estado na ilha das Flores identificado por Pedro Ferreira é o Tribunal de Santa Cruz, “onde chove dentro, sendo que em dias de muita chuva, a circulação entre a sala de audiências e a sala de advogados quase que obriga à utilização de guarda-chuva dentro do edifício, tudo porque estamos dependentes de um instituto sedeado em Lisboa, o Instituto de Equipamentos de Justiça, que não quer saber se, nas Flores, mete água ou não mete água dentro. O Estado tem que ser obrigado a cumprir
com o que tem que fazer”.

Ora, neste sentido, “a Iniciativa Liberal assume, nesta campanha, este papel. O Deputados do PS e do PSD que em 45 anos têm sido eleitos para a Assembleia da República chegam lá e depois ouvimo-los muito pouco a falar destes problemas. Aliás, espantei-me, outro dia, ao ouvir o candidato da AD no Corvo muito indignado porque os corvinos para irem a uma audiência a tribunal têm que sair do Corvo. Bem, este senhor é Deputado na Assembleia da República há dois anos e se não sabia disso não sei o que lá andou a fazer”, criticou.

Pedro Ferreira considera que “os deputados do PS e do PSD eleitos pelos Açores já deram provas de que chegando a Lisboa começam a padecer também dos ímpetos centralistas de que, muitas vezes, a Região se queixa. A Iniciativa Liberal fará diferente, porque não deixaremos jamais que Lisboa se esqueça dos Açores e faremos também com que a Região não se esqueça de exigir a Lisboa que cumpra com todas as suas obrigações para com a Região Autónoma”.