Jessica Pacheco apela à ação individual, coletiva e política para combater as alterações climáticas

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A candidata do Bloco à Assembleia da República pelos Açores manifestou solidariedade perante as pessoas recentemente afetadas pelo mau tempo que afetou a Região. Numa visita ao centro das Feteiras, acompanhada pela presidente da junta de freguesia, Jessica Pacheco apelou à ação individual, coletiva e política para combater os efeitos das alterações climáticas.

“Sabemos que os eventos climáticos extremos são cada vez mais comuns, e os Açores não são exceção”, por isso é necessário “um trabalho individual, coletivo e político para conseguirmos mitigar os efeitos das alterações climáticas”, disse a candidata.

Jessica Pacheco referiu que reforçar “a reutilização e a reciclagem é importante, mas já não é suficiente”. É preciso ir mais além, com medidas para alterar o modo de produção e de consumo, tendo a redução como princípio fundamental.

“É preciso um esforço global para garantir um futuro para próximas gerações”, disse, apelando aos jovens que estão fartos do discurso habitual que coloca sempre a economia à frente das necessidades das pessoas e do ambiente.

Jessica Pacheco considera que “é fundamental que haja uma mudança de consciência”, mas também é necessário muito investimento público para avançar com a transição energética, com a transição climática e com uma economia circular.

“O Bloco tem uma visão abrangente, defende uma economia circular, que respeita as pessoas, que respeita os recursos naturais, e que dá uma garantia para as futuras gerações”, frisou a candidata.

Sobre as catástrofes que assolam os Açores, Jessica Pacheco defende que é necessário o empenho de todos, do poder local ao poder regional para prevenir os efeitos negativos, ao nível da limpeza e manutenção dos cursos de água e ao nível do ordenamento do território, por exemplo, mas também a solidariedade nacional para responder aos prejuízos, quando eles acontecem.

Jessica Pacheco aproveitou para lembrar que estas eleições servem para escolher quem vai representar os açorianos e as açorianas na Assembleia da República e não para escolher o primeiro-ministro, salientando o trabalho que o Bloco de Esquerda tem feito relativamente à defesa do ambiente, ao contrário dos deputados do PS e PSD que têm estado na Assembleia da República em representação dos açorianos e das açorianas.