Na continuação do artigo anterior, sobre a eleição de 50 deputados da extrema-direita para o parlamento português, tenho pensado muito sobre como chegámos até aqui, ironicamente, no ano em que se comemora o 50º aniversário do 25 de Abril. Tentei apresentar um conjunto de razões, pois considero que foi desse “caldinho” que saiu o resultado agora conhecido.
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