O cinzento que paira, em algumas cabeças, acerca da duna cinzenta de Porto Pim

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Rui Martins
Rui Martins

Noticiou a Antena 1 Açores, e logo tomou algum buliço nas redes sociais, que, e cito, “havia dois sistemas dunares nos Açores. Um está destruído.”

Deu assim a notícia Luís Branco da Antena 1.

Quem ouvisse esta notícia era levado a pensar que toda a vasta área que configura o sistema dunar de Entre-Montes, havia, de alguma forma, sido destruída, e que agora era uma “via-rápida” para tractores e maquinaria.

Importa fazer algumas considerações, clarificação e enquadramento da problemática e da intervenção que ali está, à vista de quem lá passe.
Vivemos na praia de Porto Pim uma situação ambiental dramática. E digo dramática, tanto do ponto de vista ambiental, como turístico, de saúde pública e bem-estar para quem frequenta aquela praia, como para os habitantes daquela área da cidade da Horta.

Foram transversais, tanto no espectro politico-partidário como da sociedade faialense, as reivindicações para que aquele espaço fosse limpo, regular e frequentemente, e que permitisse a fruição durante a época balnear, mas mais que isso, que se acabasse com o cheiro nauseabundo que a putrefação daquelas algas estava a fazer entrar pelas casas de quem habita nas imediações.

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