Estive a ler artigos teus antes de escrever este texto. Encontra-se neles tanto de ti que é como se te tivéssemos aqui mesmo ao nosso lado, sempre a lutar por nós. Não me habituo a usar a palavra luta, costumo preferir outras, mas o espírito combativo era todo teu e eras a primeira a reivindicá-lo. Lembro-me do que disseste em frente ao Teatro Faialense, na festa de despedida após o teu último dia de plenário na ALRA. Que ias sentir saudades do
debate e sobretudo do “killer instict” a que o frente a frente obrigava. Foram estas as
palavras, as tuas, e como resposta à minha surpresa, confirmaste-mas com o olhar.
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