Ordem dos Enfermeiros divulga dados de estudo sobre condições de trabalho dos Enfermeiros

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DR/OE
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Por: Ordem dos Enfermeiros – Secção Regional dos Açores

A Secção Regional da Ordem dos Enfermeiros nos Açores levou a cabo um questionário aos Enfermeiros Açorianos no sentido de efetuar um levantamento das condições de trabalho no contexto da atual pandemia pelo Covid-19, nomeadamente faltas de material e equipamentos, os riscos ocupacionais mais comuns para a saúde e segurança dos trabalhadores da saúde e as medidas para sua prevenção no contexto da atual pandemia Covid-19, nomeadamente nos primeiros três meses de atuação do combate nos Açores.
Para Pedro Soares, Presidente da Secção Regional, “os Enfermeiros participaram, desde o primeiro minuto, no combate a este flagelo que é o Covid-19, em todas as etapas essenciais preconizadas, nomeadamente no atendimento telefónico nas linhas de saúde, na colheita de amostras para os testes, no transporte de utentes, na prestação direta de cuidados nas unidades de internamento e tratamento, e em todo o apoio comunitário, não esquecendo nunca os utentes denominados não Covid-19, ou seja, toda a nossa população não infetada”.
Refere ainda a importância deste estudo para que se haja um entendimento sobre aquilo que correu menos bem e assim se possa agir o quanto antes, corrigindo no imediato o que ainda não foi corrigido. “Este é um assunto que já nos cansa a todos só de ouvir falar, agora imaginemos toda a classe de Enfermagem que ainda está no terreno, a exercer as suas funções sempre no equilíbrio entre os utentes não covid com os covid, estamos na realidade perante uma maratona que ainda não acabou e que não sabemos quando vai acabar. Por parte da Ordem dos Enfermeiros, zelaremos para que haja todas as condições no terreno para que os cuidados de enfermagem sejam prestados com qualidade e segurança, para o bem dos nossos Enfermeiros e da nossa população.”
Relativamente aos resultados do estudo, confirmam as suspeitas da Ordem dos Enfermeiros e comprovam todas as preocupações alertadas já em Março relativamente à falta de equipamentos de proteção individual que se sentiu na altura, entre outras situações disponíveis no estudo agora publicado.

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