Paulo Moniz defende redução de contribuições dos jovens agricultores para a Segurança Social

0
35
blank

O cabeça de lista da AD/Aliança Democrática (PSD/CDS-PP/PPM) às eleições legislativas nacionais, Paulo Moniz, afirmou hoje ser seu compromisso “encontrar soluções” que permitam a redução das contribuições dos jovens agricultores para a Segurança Social.

“É nosso compromisso trabalhar no sentido de encontrar soluções que permitam a reduzir os pesados encargos que os jovens agricultores têm com as contribuições para a Segurança Social. Temos de evitar que os valores elevados pagos à Segurança Social sejam um fator dissuasor à entrada ou continuidade numa atividade fundamental para os Açores”, afirmou o candidato da AD/Aliança Democrática, no final de uma reunião com o presidente da Federação Agrícola dos Açores.

Segundo Paulo Moniz, estão em causa “valores médios entre os 500 e 700 euros mensais de pagamentos à Segurança Social, o que, para um setor de atividade em que as margens são apertadas e as exigências de qualidade muito elevadas, pode inviabilizar a entrada dos jovens na Agricultura”.

Para o candidato da AD/Aliança Democrática à Assembleia da República, apoiar os jovens agricultores “é essencial para melhorar a competitividade das explorações, gerir a paisagem, assegurar a sustentabilidade ambiental dos Açores e criar riqueza”.

“A aposta no sucesso dos jovens agricultores açorianos constitui uma garantia de sucesso para o desenvolvimento sustentável dos Açores”, considerou.

Paulo Moniz salientou que a perda de rendimentos agricultores dos Açores verificada nos últimos ano, nomeadamente no setor da produção de leite, obriga à tomada de medidas.

“Reduzir o encargo com as contribuições dos jovens agricultores para a Segurança Social representará um contributo importante para o principal setor de atividade económica dos Açores”, frisou.

O cabeça de lista da AD/Aliança Democrática alertou ainda para “elevados custos contexto e de transporte” para o setor agrícola dos Açores, dado que “constituem um entrave à livre circulação de mercadorias, quer inter-ilhas, quer entre a Região e o exterior”.