PCP Açores reuniu com delegação do SINTTAV

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Na passada terça-feira dia 15 de março, o coordenador do PCP Açores, acompanhado por um membro da comissão de ilha do Faial, reuniu com uma delegação do SINTTAV (Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisuais) que solicitara esta reunião para apresentar um conjunto de preocupações relativas aos trabalhadores e ao serviço público de televisão, rádio e multimédia prestado pelo Centro Regional da RTP-Açores. O PCP Açores reiterou a sua posição na defesa do caráter público destes serviços, que no entender do PCP, são essenciais para os açorianos e para a sua diáspora.

Para o PCP Açores, o serviço público de televisão e de rádio tem um papel insubstituível para garantir a pluralidade e a diversidade da informação, a defesa e divulgação dos aspetos, sociais, económicos e culturais que nos são peculiares e na valorização da educação, da arte, do desporto e da ciência. Desempenhando um papel fundamental enquanto garante da coesão social e territorial da nossa Região. Tem, ainda, uma função de grande relevância junto das comunidades emigrante e imigrante.

O PCP, ao longo dos anos, tem denunciado os ataques de que a RTP e RDP têm sido alvo,
traduzindo-se na degradação das condições em que ambas desenvolvem as suas atividades, que dificulta a prestação de um serviço público de rádio e de televisão de qualidade.

O PCP defende:

• O reforço dos meios humanos nos três centros de informação, e que todas as ilhas
tenham cobertura por parte da RTP e RDP.
• A valorização de salários, a progressão na carreira e a formação profissional dos
trabalhadores, bem como a regularização dos trabalhadores precários.
• A modernização dos equipamentos técnicos e a retoma de produção própria.

Para o PCP, as reivindicações do SINTTAV e dos seus associados, ao serem traduzidas em
medidas concretas, constituiriam um significativo e necessário avanço, garantido o
desempenho efetivo do papel para o qual a RTP e RDP Açores estão vocacionadas.
Só através da luta dos trabalhadores, à qual o PCP se associa, é possível evitar retrocessos, seja na defesa de um serviço publico de qualidade, seja em termos de valorização salarial e de direitos laborais.