Plano e orçamento para 2022: a dança das marionetas

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Pedro Neves
Pedro Neves

Surpreendente o paradigma adoptado pela maioria parlamentar de que quem não nos bajula nosso inimigo é. Foi neste niilismo político que os partidos da governação se blindaram, quebrando os princípios que tanto apregoavam. Em primeiro lugar o país, depois o partido e só no fim a circunstância de cada pessoa é puro lirismo! Não há ética, impera o primário instinto de sobrevivência!

Já vai o tempo em que alguns deles, outrora enquanto pequenos partidos na oposição, reconheciam o esforço actual de outros congéneres para passar as suas propostas. Votavam-nas porque se outorgavam democratas e lhes reconheciam valor e utilidade social. Mera ilusão. Votaram-nas enquanto quem as propunha lhes era útil. À primeira contrariedade deixaram cair as máscaras deste baile ideológico, onde qualquer par, trio ou roda, mesmo descompassados, são sempre possíveis.

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