Potenciar os Açores como um ‘laboratório vivo’ no setor da energia é uma prioridade

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A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou hoje, em Bruxelas, que os Açores têm todo o potencial para serem um verdadeiro ‘laboratório vivo’ de soluções inovadoras, no contexto de espaços insulares, no setor da energia.

Marta Guerreiro, que falava na apresentação da ‘Smart Island Initiative’, assinou, em nome do Governo Regional dos Açores, a ‘Smart Island Declaration’, que confirma o empenho das ilhas parceiras em se transformarem em sociedades inteligentes, inclusivas e prósperas, conduzindo a transição da Europa para uma era inovadora e sustentável.

Atualmente, mais de duas centenas de autoridades locais e regionais insulares europeias apoiam a iniciativa, o que, para Marta Guerreiro, significa a importância atribuída “à cooperação entre todos estes agentes, com o objetivo de potenciar regiões inovadoras e energeticamente sustentáveis, através de uma estratégia de maximização de sinergias de modo a incentivar o espírito empresarial, criando condições para o pequeno investimento e para a criação de emprego, particularmente para os jovens”.

“Na ‘Smart Island Initiative’, o objetivo é fomentar a ciência, a tecnologia e a inovação no setor energético e potenciar a eficiência energética como vetor de desenvolvimento sustentável, estrategicamente alinhado com a nossa atuação política”, frisou a titular da pasta da Energia.

Marta Guerreiro salientou que este é um projeto inspirado nas ‘Cidades e Comunidades Inteligentes’ da Comissão Europeia, mas pretende ir mais longe ao estender as sinergias para além da energia, até aos transportes e às tecnologias de informação e comunicação, incluindo também a água e os resíduos, numa perspetiva económica mais alargada.

“Esta abordagem holística deriva da insularidade, condição que obriga as autoridades insulares a assegurar uma utilização e gestão ótimas dos seus recursos e infraestruturas, muitas vezes dentro das fronteiras de cada ilha, a fim de apoiar um desenvolvimento económico sustentável, que aproveite em pleno as potencialidades em termos de geografia, recursos naturais, humanos e produtos”, frisou a Secretária Regional.

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