Presença dos EUA nas Lajes tem que ser tratada com diplomacia

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O Presidente do Governo dos Açores afirmou ao final da tarde de ontem, quinta-feira, durante o plenário que decorreu na Horta que a intenção do Governo dos Estados Unidos de reduzir a presença americana na Base das Lajes deve ser abordada pelo Governo da República no âmbito do relacionamento histórico e diplomático centenário entre os dois Estados. 

Na sua intervenção no final do debate do Programa de Governo, Vasco Cordeiro salientou que o que está em causa são “centenas e centenas de trabalhadores açorianos, são vidas e são pessoas, é uma percentagem demasiado elevada da economia da ilha Terceira e muito significativa da economia regional para que este assunto seja tratado como algo menos do que o comprometimento total, absoluto e pleno do Governo de Portugal”.

Segundo assegurou, da parte do Governo dos Açores, esta é assumida como uma “questão verdadeiramente de importância regional, mobilizando todos os nossos recursos, no País e no estrangeiro, para salvaguardar os interesses dos Açores, o mesmo é dizer, ajudar a salvaguardar os interesses de Portugal”.

Vasco Cordeiro recordou que a situação relativa ao Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos da América tem na Base da Lajes a razão primeira da sua existência.

 

 

 

 

 

 

 

 

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