O primeiro-ministro, António Costa, defendeu hoje, em Figueiró dos Vinhos, que o desafio do Estado é transformar a grande ameaça que tem sido a floresta numa fonte de riqueza para o território.
Na apresentação da estratégia da Florestgal – Empresa de Gestão e Desenvolvimento Florestal, criada pelo Governo em setembro de 2018, António Costa considerou que a reforma da floresta é “absolutamente essencial”, para que esta “possa ser, como tem de ser, um fator de riqueza coletiva”.
Mas, para isso, “temos de saber gerir a floresta”, que nas últimas décadas foi sendo deixada crescentemente ao abandono ou entregue à exploração de espécies de crescimento rápido por “alteração profunda da demografia no interior do país e uma estrutura marcada pelo minifúndio e microfúndio”, acrescentou.
















