Em pequena, quando lhe perguntavam o que queria ser quando fosse grande, respondia que seria hospedeira de bordo ou polícia. Longe, estava a menina de cinco anos, de cabelos encaracolados louros e olhos azuis, de pensar que passaria os seus dias atrás de volante de um táxi.
21 anos depois não se arrepende de não ter seguido os seus sonhos e de se ter tornado taxista, continuando o legado do pai. Ao longo destas duas décadas, Rubina Maciel, uma apaixonada pela adrenalina, acompanhou muitas das
mudanças que foram acontecendo no ramo na ilha e como, com o tempo, o turismo trouxe grandes transformações à profissão.
Neste mês, em que se celebrou o Dia da Mãe, apresento na rúbrica Profissões a minha, ou pelo menos uma parte da sua história, porque ela é muito mais que do seu trabalho.
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