PSD de Bolieiro desvaloriza esforço dos Açorianos na redução do desemprego

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“A redução de 47% do número de desempregados registados é um facto estatístico e um marco importante, mas sempre que são publicados dados favoráveis aos Açorianos, os TSD/Açores apressam-se, agora enquanto braço armado do novo líder Boleiro, a desvalorizar o esforço feito pelos trabalhadores e pelas empresas da nossa Região”, afirma Carlos Silva, deputado do PS/Açores, condenando as declarações dos social-democratas.

“Ao contrário do que diz publicamente Bolieiro, o seu partido continua a atacar o Governo e os seus representantes, sempre na ânsia de criticar sem apresentar propostas ou soluções que melhorem a vida dos Açorianos. Assim se percebe que apesar do anúncio do novo líder, o PSD vai manter a velha postura de criticar por criticar, atacar por atacar e, neste caso em concreto, tentando negar uma evidencia que é a da redução do desemprego aos longo dos últimos anos”, faz notar o deputado do PS/Açores.

Para Carlos Silva, “perante a divulgação de um marco importante – a redução de 47% do número de desempregados registados desde 2013 – a reação dos TSD é desvalorizar e procurar estatísticas que lhes alimentem o ego”.

“A verdade que o PSD de Bolieiro tenta esconder é que: Hoje, temos mais de 116 mil Açorianos empregados; Hoje, temos uma população ativa que supera as 125 mil pessoas; Hoje temos o maior PIB da nossa história, ao superar os 4 mil 250 milhões de euros e hoje temos um volume recorde de investimento público e privado”, acrescenta o parlamentar socialista.

Carlos Silva defende que também “não deve ser ignorado o facto relevante de que esta redução recorde, do número de desempregados registado, ocorre ao mesmo tempo que o número de Açorianos empregados atingiu o valor mais elevado da nossa história”

“Mas infelizmente, temos ainda um PSD que só sabe atacar, criticar e desvalorizar o mérito dos trabalhadores e das empresas Açorianas que, em conjunto com o Governo, também contribuíram para a criação de mais emprego e a redução de pessoas sem trabalho”, concluiu

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