PSD: Governo da Coligação “recupera tempo perdido” na formação de profissionais das Pescas

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DR/PSD
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O líder parlamentar do PSD/Açores salientou hoje que o governo regional da coligação “está a recuperar o tempo perdido em termos de formação para o setor das pescas, visando a sua sustentabilidade económica, social e de recursos”, afirmou.

Segundo João Bruto da Costa em causa está “um problema que não é novo, mas que tem a ver com a herança recebida e o trabalho que tem de ser feito para garantir essas três vertentes da sustentabilidade”, sublinhou.

O social-democrata lembrou que, durante vários anos, a governação socialista exerceu “uma navegação à vista face a essa mesma sustentabilidade, mas uma navegação à vista eleitoral, gerindo o setor com o objetivo do voto mínimo garantido”, criticou.

“E assim se criou um leque de problemas, com que se depara o atual governo, como é o caso da formação, que ainda é uma carência grave dos nossos pescadores”, alertou.

“É essencial para os Açores, naquilo que é a governação, uma total determinação em enfrentar esses problemas, numa discussão que se vem arrastando e avolumando, mas que este governo está a fazer por debelar”, garantiu João Bruto da Costa.

“Há uma divergência, que não deveria existir, sobre o que é garantir uma sustentabilidade social, porque os nossos pescadores foram naturalmente encaminhados para uma determinada forma de atuar dos governos, que foi entrando em confronto com a sustentabilidade dos recursos”, recordou.

O social-democrata defendeu que “tem de haver honestidade e seriedade nesse diálogo, que não pode ser um confronto, mas antes o estabelecer de uma colaboração, pois desse equilíbrio depende a sustentabilidade do próprio setor”, afirmou.

“E teve de ser este governo a acelerar o passo para garantir que se possa atingir a sustentabilidade social no setor das pescas” reforçou o líder parlamentar do PSD/Açores.

“O mar é um recurso essencial para a nossa Região, mas o seu valor exige, não apenas deste parlamento, mas também do governo, uma defesa intransigente do que são os direitos dos Açores na sua gestão, assim como fiscalização e colaboração das autoridades nacionais, para que não haja atropelos e não seja hipotecado o seu futuro”, disse ainda João Bruto da Costa.