PSP comemorou 145 anos

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A PSP comemorou esta semana os seus 145 anos de existência, sendo que há 87 anos que está instalada na Horta.

Tribuna das Ilhas esteve à conversa com Carlos Ferreira, o comandante da Divisão Policial da Horta, na Biblioteca Publica e Arquivo Regional João José da Graça onde está patente uma exposição com fotografias e vários elementos retratando um pouco da história da PSP.

Na ocasião, Carlos Ferreira disse-nos que “o objectivo passou por assinalar a data aqui no Faial e por outro lado comunicarmos com a população e mostrarmos todo o trabalho que é feito diariamente pela PSP. É ainda um momento, por excelência, de reconhecimento do esforço de todos aqueles elementos que deram de si em prol da PSP”.

Para assinalar a data promoveram diversas actividades com destaque para um Torneio de Futsal com a participação dos elementos policiais das diferentes Esquadras e Serviços que constituem o efectivo local da Divisão Policial da Horta, do CAO e da APADIF.

Isto acontece porque “importa demonstrar que para além da prevenção do crime e da fiscalização a PSP tem uma actividade que vai muito para além do policiamento tradicional. Apostamos, claramente, em acções de sensibilização da população e no desenvolvimento de iniciativas que promovem a inclusão social” – frisou.

Com um efectivo de 187 agentes, 19 dos quais do sexo feminino, com uma média de idades de 21 anos. Carlos Ferreira diz que 250 era o desejado, entretanto, “tem sido feito pressão junto da Direcção Nacional para que o Comando Regional veja o seu efectivo reforçado no próximo movimento de agentes” – explica.

 Confrontado com algumas acusações, sobretudo nas redes sociais, sobre uma suposta campanha de “caça à multa” por parte da PSP, o Comandante da Divisão Policial da Horta diz que “é normal que as pessoas se sintam atingidas quando são objecto de uma fiscalização e autuação, mas tal como a prevenção, a responsabilização também é função da PSP. Não defendemos qualquer tipo de caça à multa ou de intensificação das autuações, nem sequer avaliamos a qualidade do nosso trabalho pelo número ou valor que as autuações geram para o estado, avaliamos a qualidade do nosso trabalho pela competência técnica, pela cordialidade no contacto com o cidadão e pela vontade em servir bem a população, inclusive os condutores. Não podemos permitir a infracção generalizada porque nenhuma sociedade funciona sem ter regras, mas também não procuramos a multa”. 

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