A recente reestruturação do Parque Marinho dos Açores constitui um retrocesso disfarçado de pragmatismo, ao abrir exceções à pesca de salto e vara para atum em áreas classificadas como de protecção alta, desvirtuando a matriz original do documento e lançando uma mensagem política perigosa: as protecções são negociáveis quando interesses oportunos assim o exigem.
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