Naquele tempo a «Rua Velha», na cidade da Horta, era um convite à erótica reverência, aos desejos libidinosos e às promessas de gozo carnal…
Muitas eram as “mulheres da vida”, digo operárias do prazer, que tanta e tão honesta consolação ali proporcionavam à carne e ao espírito da mais variada clientela: senhores respeitáveis, comerciantes, funcionários públicos, operários, pescadores, caixeiros-viajantes e marinheiros de todas as nacionalidades.
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