Corria o ano de 2020 e o covid-19 ameaçava acabar com a civilização.
Um ano antes chegava-nos da China notícias perturbadoras. Mas como a China fica muito longe dos Açores, cuidávamos que o covid-19 não sabia nadar e que nunca nos viria bater à porta. Puro engano: o (mal)dito vírus espalhou-se por todo o mundo e, ao chegar ao sul da Europa, foi um tal ceifar vidas: primeiro em Itália e Espanha, e depois em Portugal.
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