O controlo de epidemias era uma das principais preocupações das autoridades de saúde no período moderno. Nas vilas e cidades, geralmente muralhadas, a entrada de pessoas e mercadorias era controlada, em particular em períodos de surtos activos. Mas uma atenção particular era dedicada às comunidades portuárias, sempre em maior risco. Conhecem-se desde o final do século XVI a existência de cartas de saúde, documentos emitidos nos portos, certificando a ausência de doenças contagiosas e levados por cada navio para apresentação no porto seguinte.
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