Reflexões Crónicas – As Portas da Cidade (da Horta)

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No final deste mês comemora-se o Dia Nacional dos Centros Históricos. Farei uma actividade sobre este tema e decidi, até lá, ir partilhando algumas notas.
Um aspecto pouco conhecido da Horta, hoje quase completamente desaparecido, era a extensa rede de fortificações que a defendia dos ataques vindos do mar. Temos hoje parte da estrutura defensiva de Porto Pim, as ruínas do Forte da Greta (no Monte da Guia) e o Castelo de Santa Cruz, este último a principal posição militar da ilha desde o século XVI. Até ao século XIX havia cerca de uma dezena de fortificações entre o Pasteleiro e a Alagoa, ligadas entre si por uma extensa muralha, da qual resta uma parte em Porto Pim (a “bombardeira”), parte da muralha contígua ao Forte da Greta e vestígios da muralha na baía da cidade enterrados debaixo da avenida marginal. As muralhas marcavam a fronteira entre a terra e o mar, mas havia que atravessá-las para entrar e sair da vila.

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