Relvas cauteloso no que diz respeito à Lei das Finanças Regionais

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No final da cerimónia, e depois de Vasco Cordeiro ter enviado alguns recados à República, o ministro encarou o discurso do novo presidente como positivo.

Para Miguel Relvas, “Portugal precisa hoje de um clima de unidade, de diálogo, de trabalharmos em conjunto para ultrapassar as difíceis circunstâncias em que nos encontramos”, sendo que a solidariedade nacional “é uma realidade”, disse.

Relvas assegurou que no actual cenário em que Portugal está envolvido, tendo recorrido a um programa de apoio com o Fundo Monetário Internacional, “não temos de um lado os bons e do outro os maus”, advertiu.

No capítulo da Lei de finanças Regionais, Relvas foi cauteloso, afirmando que “a Lei de Finanças Regionais e Locais, que constam do memorando assinado pelo anterior governo, se trata de um “trabalho que tem sido realizado com a Troika”, o qual tem vindo a acompanhar.

Já no capítulo da Universidade dos Açores e da RTP Açores, Relvas reagiu dizendo que se trata de um “problema do ensino universitário nacional”, adiantando que na questão da RTP, “nós temos um serviço público nacional e é essa a responsabilidade da República. Estamos a fazer reformas, o caminho está a seguir e, portanto, temos que ter capacidade de aguardar aquelas que são as decisões tomadas em cada uma das áreas”, disse.

Miguel Relvas afirmou aos jornalistas ter retido “todas as mensagens de unidade” feitas por Vasco Cordeiro no discurso de posse, considerando ser “fundamental que o Governo da República trabalhe com os governos regionais e com as autarquias”.
“Este é um tempo de remarmos todos para o mesmo lado. Já lá vai o tempo em que cada um podia ir para seu lado para marcar posição, agora não é um tempo de marcar posição, mas de resolver os problemas do país”, afirmou.

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