Encenar Eugène Ionesco (1909-1984) constitui sempre um desafio e um risco. Desafio, porque nunca é fácil recriar um dos autores mais significativos da dramaturgia contemporânea; risco, porque ao enveredar-se por um trabalho cénico que fuja, tanto quanto possível, a esquemas convencionais, há sempre a possibilidade de a inovação pretendida não resultar eficaz nem funcional.
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