TSD/Açores saúdam acordo do Governo com os trabalhadores das carreiras gerais da Saúde

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Os TSD/Açores saudaram hoje o recente acordo celebrado entre o Governo Regional e o sindicato representativo dos trabalhadores das carreiras gerais do setor da Saúde.

“Foi mais uma dívida socialista saldada pelo Governo do PSD, CDS-PP e PPM para com os trabalhadores, e isso diz bem da consciência social deste Executivo”, afirma Joaquim Machado, presidente dos TSD/Açores, explicando que “em causa está a revalorização remuneratória daqueles profissionais de saúde, que aguardavam desde 2019 por tal reconhecimento”.

O dirigente adianta que os trabalhadores dos Açores “continuam a ser reconhecidos e valorizados pelo Executivo da Coligação, que tem cumprido integralmente os seus compromissos eleitorais”.

Num comunicado daquela estrutura autónoma do PSD/Açores, Joaquim Machado lembra que, “ainda na semana passada, o Governo liderado por José Manuel Bolieiro fez aprovar no Parlamento açoriano uma nova atualização dos valores de referência para o pagamento da remuneração complementar, um acréscimo salarial destinado aos trabalhadores da administração pública regional que auferem salários mais baixos, para fazer face aos sobrecustos da insularidade”, frisou.

“Esta foi a terceira atualização da remuneração complementar no espaço de 14 meses, tendo as anteriores sido de 2,5% em 2021 e outro tanto no corrente ano”, reforçou o social-democrata.

Além disso, sublinha Joaquim Machado, a Secretaria Regional da Saúde “já havia concluído os processos negociais para a regularização das carreiras dos enfermeiros, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica e dos farmacêuticos, que há muito aguardavam por esse reconhecimento”, disse.

E o mesmo vem sendo feito na área da Educação, lembram os TSD/Açores, “com a redução significativa da precariedade da classe docente e consequente valorização do trabalho dos professores. Tudo isso, através de um intenso e profícuo diálogo social com os sindicatos”, acrescentou.

O impacto orçamental destas medidas, refere ainda Joaquim Machado, “é suportado por uma gestão equilibrada e racional das finanças públicas regionais e a definição muito clara das verdadeiras prioridades da governação”, concluiu.