Viver e experimentar a misericórdia de Deus através da Imagem da Virgem Peregrina

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A Imagem da Virgem Peregrina chegou na tarde de segunda-feira à ilha do Faial, depois de quase 30 anos desde a última visita às ilhas açorianas, e o ouvidor da Horta, Padre Marco Luciano afirmou que a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima foi uma oportunidade para que a comunidade faialense viva e experimente a misericórdia de Deus através de Nossa Senhora.
Depois de ter passado pelas ilhas do Corvo e das Flores a imagem seguiu rumo até à ilha do Faial onde foi recebida pela comunidade faialense no Aeroporto da Horta e levada pelos bombeiros da ilha do Faial, em procissão, até à Igreja do Santíssimo Salvador e parou no Hospital da Horta.
Esta visita foi um grande momento para a igreja açoriana e para a ouvidoria da Horta e o Padre Marco Luciano revelou à “Igreja Açores”, ainda antes de a visita terminar, que “ temos expetativas muito elevadas, sobretudo porque acreditamos que este será um momento em que as pessoas, a pretexto de Nossa Senhora, se possam encontrar consigo mesmas, com os outros irmãos e com Deus”.
A Imagem da Virgem Peregrina permaneceu sempre na igreja da Matriz, a igreja jubilar da ouvidoria, como recomendam as orientações diocesanas de pastoral, tal como aconteceu em Ponta Delgada, na Povoação e na ilha Terceira, e o ouvidor da Horta disse que “ evitámos o programa da visite seguisse o esquema tradicional de procissões porque o objetivo não é esse”, e lembrou que toda a ilha está centrada “ no sacramento da reconciliação”.
Foi na igreja da Matriz que aconteceram todos os movimentos e peregrinações de louvor a Nossa Senhora, sempre com base na espiritualidade mariana. E o pe. Marco Luciano adiantou que “ a obra da misericórdia que inspira esta visita conduziu-nos ao lema escolhido e que atravessa toda a estada da Imagem de Fátima: Na pousada de Maria, viver a misericórdia de Deus”, foi esta vivência que foi proposta aos faialenses.
A Imagem passou por três sítios “ fundamentais”, no Hospital da Horta, na Santa Casa da Misericórdia e no estabelecimento prisional, o ouvidor salientou a este respeito que “ em todos os sítios há pessoas privadas de algo essencial seja a saúde, seja a liberdade e por isso quisemos sinalizar que é aqui que se manifesta de facto a misericórdia de Deus e Nossa Senhora é a sua intérprete.

 

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