Foi já no fim do lanche que o vi: “o carteiro de Pablo Neruda”, tal como eu me lembrava dele no filme com o mesmo nome, estava mesmo atrás da rapariga que lê uma carta junto a uma janela aberta, na reprodução pintada de Vermeer, que tenho na sala. Fiquei estático, sem saber o que pensar. Observei as bolachas e cheirei o leite-com-chocolate, mas pareceram-me em bom estado!
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