Associação de Comerciantes do Pescado dos Açores congratula aposta em avião cargueiro

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Associação de Comerciantes do Pescado dos Açores

A ACPA e os seus Associados congratulam-se pelo anúncio da intenção de resolução de um problema para o qual alerta, pelo menos desde 2010, muitas e muitas vezes sem apoios de entidades congéneres que teriam sido muito importantes.

Mais que alertar, como o fez em tantos e tantos momentos quer em eventos, quer em reuniões, como logo no 1° Conselho Regional das Pescas organizado por este Governo, a ACPA, tem ao longo de todos estes anos, trabalhado ativamente, com várias entidades, quer directamente com a SATA e também com outras companhias aéreas, como é do domínio publico, quer inclusivamente fazendo parte de um Grupo de Trabalho em 2021, que para além da ACPA, tinha como participantes a Direção Regional dos Transportes, a Direção Regional das Pescas, a SATA e a Lotaçor, no sentido de serem encontradas soluções que permitam garantir as melhores condições, não só para os seus Associados, como também para todas as empresas nos Açores, cuja sua actividade e sobrevivência, depende, diariamente, do escoamento dos seus produtos para os mercados externos às ilhas dos
Açores.

Apesar de ainda não estarmos na posse de todos os pormenores operacionais da solução agora apresentada, pormenores estes que, eles sim, serão cruciais para avaliar do potencial de sucesso ou não da solução, a ACPA reitera a sua constante disponibilidade para ajudar na implementação da solução apresentada, por forma a que o principal produto escoado dos Açores diariamente em fresco, o peixe, seja uma mais-valia para o sucesso efetivo desta solução.

A ACPA representa Associados que movimentam cerca de 20 a 26 milhões de euros anuais das mercadorias escoadas dos Açores, correspondentes a valores que normalmente estão acima das 1.200 toneladas de pescado transportados via aérea, num negócio que gera atividade e rendimento, naturalmente a armadores, pescadores, associações, à Lotaçor e comerciantes, mas também às empresas de consumíveis, embalagens e etiquetas, de
transporte terrestre (e naturalmente de manutenção e de combustíveis), de transporte marítimo e aéreo, a transitários, empresas de certificações, auditorias em segurança alimentar, haccp e qualidade, de equipamentos de frio e conservação, bem como ao próprio Estado através das taxas, licenças e impostos que todos geram, mas acima de tudo ao número de trabalhadores e famílias envolvidos em todas elas.

Mantemos a mesma serenidade com que sempre pautamos a nossa postura, não embandeirando em arco, da mesma forma como nunca andamos a gerar ruído inconsequente.

Continuemos a trabalhar em conjunto e unidos para encontrar as melhores soluções para o bem do sector do pescado e da economia dos Açores.