Observamos todos, há alguns anos, o ressurgir na Europa dos chamados partidos de extrema-direita, neopopulistas e neofascistas que começaram a formar governos ou a participar nos governos, em Itália, Suécia, Finlândia, Polónia, Hungria. Acompanhamos todos a ascendência da sra Le Pen, em França, do Vox, em Espanha e do Chega, em Portugal, com André Ventura.
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