Escrevo este texto no dia seguinte à noite eleitoral de 4 de fevereiro. Conhecidos os resultados, é inevitável refletir um pouco sobre os mesmos, nomeadamente a não eleição de um deputado da CDU nos Açores. Obviamente que essa reflexão será feita de uma forma coletiva no meu partido, pois assim funciona o PCP (uma das características que o distingue e que me orgulha) mas, de um ponto de vista mais pessoal, deixo aqui alguns pensamentos.
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