Cabos Submarinos têm que ser substituídos até 2024

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Entre avanços paulatinos e espraiados, dizem estar reunidas as condições para
substituição das estruturas fulcrais para comunicações eletrónicas e para a nossa
ligação ao mundo. Como o prazo de vida útil a terminar já em 2024, estes novos cabos permitirão um salto qualitativo na rapidez da internet, recolha de dados ambientais e sismológicos, por exemplo.

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Desenho e explicação dos atuais

O tempo de vida útil dos cabos submarinos de comunicações eletrónicas – fibra ótica – que unem Portugal continental aos Açores e à Madeira termina em 2024 e 2025, respetivamente.

Apesar do despacho publicado em Diário da República, a 30 de setembro de 2020, prever que o concurso público internacional fosse lançado até ao final desse mesmo ano e que a adjudicação da construção da instalação acontecesse “até final de 2021”, pouco mais se sabe para além de estarem reunidos “os elementos necessários”.

Este despacho do Governo da República, com base nas recomendações do grupo de trabalho, criado em maio de 2019, para estudar e analisar a “configuração técnica e financeira mais adequada para a substituição atempada dos cabos submarinos que asseguram as ligações de comunicações entre o Continente, os Açores e a Madeira (CAM)” apontava ainda o prazo de dois anos para a instalação físicas destes novos cabos.

No mesmo documento lia-se que este anel “deverá ser dotado de equipamento para a prestação de serviços, designadamente de deteção sísmica, para produção de alertas, de medições ambientais, de deteção de atividade náutica submarina e de transmissão de dados de projetos científicos”. Este projeto “prioritário, para efeitos de acesso a financiamento da União Europeia”, rondará os 119 milhões de euros.

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