Cóboiadas

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Victor Rui Dores
Victor Rui Dores

Muitos foram os westerns a que assisti no cinema durante a minha juventude. E, nos tempos que correm, não deixo de vibrar de quando em vez com uma boa cóboiada no pequeno écran. Foi o que aconteceu recentemente quando, na RTP/Memória, (r)evi o filme Johnny Guitar, de Nicholas Ray.

Aliás, ultrapassada a faixa etária dos 6 anos, o primeiro filme que vi aos 12 foi precisamente Rio Bravo, com o incontornável John Wayne. Depois apreciei outras fitas de cowboys (quase todas realizadas por John Ford) e cujos títulos e enredos ainda hoje guardo na memória: Aconteceu no Oeste, O homem que matou Liberty Valance, Rio Lobo, Butch Cassidy, Sete homens e um destino…

Os cowboys eram imaculados, elegantes e sorridentes, montavam cavalos, laçavam reses e partiam à desfilada… A par de galopantes paixões, quase sempre bem correspondidas por castas noivas ou esposas submissas, havia as grandes confusões: murros, pancadaria, tiroteios, sangue e saloons escavacados pelos maus da fita…

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