Cristina Silveira lança a obra “Cedros: do Povoamento à Actualidade

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Na freguesia dos Cedros, Cristina Silveira apresentou a sua mais recente obra intitulada “Cedros: do Povoamento à Actualidade”. A obra assume-se como um contributo para um maior conhecimento dos Cedros e dos Cedrenses em diferentes vertentes, um repositório histórico inacabado, com campo de acção para ser aprofundado e complementado. Trata-se de um livro feito com pessoas e para pessoas, pois o capital humano é a maior riqueza de qualquer Terra. 
Para Alzira Silva, que redigiu o Prefácio e fez a apresentação do livro “a autora, que recolhe e organiza as memórias é também, participante na permanente renegociação evolutiva da cultura popular que une os que vivem os Cedros aqui e os que vivem os Cedros além-mar. Nesta tripla função de autora, jornalista e cedrense Cristina Silveira partilha a sua quota-parte desta identidade coletiva com autoridades, amigos, conhecidos e desconhecidos que a este trabalho tenham acesso”.
Segundo a autora, ao fazer esta recolha – iniciada há perto de uma década – foi, por um lado, tentar descobrir e perceber os passos do Povoamento, criação da Paróquia e dos diferentes locais de Culto, e, por outro, registar as Tradi-ções, Usos e Costumes, para que aspectos do passado colectivo desta grandiosa e laboriosa localidade não se percam. 
Afirma Cristina Silveira que se deparou não só com a falta de documentação mas, também, com informação incompleta, ou até mesmo contraditória, “tendo que me socorrer de fontes orais, preciosas mas muito escassas e que, infelizmente, não podem recuar até ao século XV”. 
Por outro lado, notou que a informação mais antiga disponível em arquivos nacionais está ainda com a organização de há vários séculos, nunca tendo sido actualizada e/ou informatizada, o que teria permitido a sua consulta. 
Com o livro agora publicado, a autora pretende que “todos os Cedrenses, onde quer que se encontrem e qualquer que seja a sua idade, tenham mais este contributo para conhecer as suas raízes, lembrando que “esta é uma obra que poderá interessar não só aos de hoje mas, igualmente aos de ontem e aos de amanhã”. 

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