Foi pela mão amiga de Carlos Alberto Moniz que, numa chuvosa noite de novembro de 1978, transpus, pela primeira vez, os umbrais do Botequim, criado e projetado pela escritora Natália Correia (1923-1993). O bar, situado no Largo da Graça, era então ponto nevrálgico da tertúlia lisboeta e da conspiração política.
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