Divagando… A velha alimentação caseira

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Talvez, porque me familiarizei e contemporizei com a velha maneira de nos alimentarmos reconheço, facilmente, que, nos nossos dias, ela terá sido responsável pela excelência da nossa saúde, hoje, profundamente abalada, com as refeições modernas e, mais modernamente apelidadas de “gourmet”.
A velha dieta, a que chamamos de mediterrânica, representou, ao longo do tempo um verdadeiro e salutar das nossas gentes, durante anos e anos, conservadora dos hábitos ancestrais, que lhe foram comunicados.
Esse modo de alimentação ancestral, que se tornou em padrão alimentar, deixou praticamente de ser rei e senhor, à mesa das gentes, particularmente, ao mais modernos e certamente, mais práticas e até sedutores correspondendo, portanto de certo modo as exigências ancestrais, que as nossas comunidades e foram criando e expandindo por toda a parte.
A alimentação mediterrânica, tornou-se em nossos dias, e por aconselhamento médico, um padrão respeitável, aplaudido pela comunidade científica, verdadeiramente capaz de proteger a saúde.
Mas, como tudo na vida, os costumes vivencias alteram-se, as pessoas na sua expressiva maioria, vão sendo sujeitas a regulamentos e regras especificas, pelo que é quase impossível, sobretudo nos meios mais desenvolvidos, as nossas famílias, especificamente, as senhoras encontrarem disponibilidade suficiente e até conhecimentos para se poderem ocupar na confecção duma autêntica refeição mediterrânica.
E é pena, pois na nossa classe, dita média, hoje em dia constantemente instada a valorizar à velha e sadia ementa alimentar, gostaríamos de reconhecer a verdadeira vontade de, mesmo em pequena escala, ver nascer nas nossas comunidades tal acontecimento.

Janeiro de 2020

 

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