Há já algum tempo que temos vindo a acompanhar as questões relacionadas com os animais na nossa ilha.
Já falámos de animais abandonados, desde cães a cavalos… já falámos de proteção para esses mesmos animais; de crimes cometidos perante os nossos amigos de quatro patas, entre outros.
Esta semana é com agrado que damos conta da iniciativa de um casal faialense em passear os seus cães e chamar os seus amigos, conhecidos e clientes a fazerem o mesmo.
É de louvar que alguém se comece, verdadeiramente, a preocupar com os animais. Afinal de contas, são seres vivos como nós.
Temos noção de que o caminho é longo, porque infelizmente uma grande percentagem da população não está disponível para receber ensinamentos “de uns meninos doutores”, como muitas vezes se ouve dizer.
O tempo em que o animal era somente um auxílio no trabalho, e refiro-me aos cavalos, burros, éguas e vacas, que ajudavam no tratamento das terras e no transporte das mercadorias, por exemplo, já acabou. É certo que ainda muitos são usados para isso, mas, os animais que vamos muito empolgados buscar ao canil ou mesmo que compramos por quantias exorbitantes, precisam de mais do que isso.
Os animais são como as pessoas, precisam de mimo, de carinho, de amor, de cuidados básicos e de amor.
Sempre que puder, caro leitor, leve o seu animal a passear. Aja em consciência. Trate o seu animal como gostaria de ser tratado.
Também gostaríamos de realçar nesta coluna o projeto agora apresentado pela autarquia que contempla a criação de parques infantis em todas as freguesias da ilha.
É importante as nossas crianças terem espaço ao ar livre para brincar, correr, saltar. Os tempos que correm empurram os mais novos para um marasmo composto por televisão, computadores, tablets e vídeo jogos.
Este é um passo em frente no desenvolvimento harmonioso e na tentativa de tornar as nossas crianças de hoje em melhores adultos no amanhã. Bem haja.













